_____________________________________________________________________________________________________________ substantivo masculino / aquilo que é desprovido de significação ou coerência; absurdo, disparate.
sexta-feira, 21 de abril de 2023
Tabacaria
quinta-feira, 20 de abril de 2023
A Sombra da Loucura
Era uma noite gélida em Paris, no século 15, quando um jovem filósofo chamado Quasimodo caminhava pelas ruas escuras e estreitas da cidade. Ele estava absorto em seus pensamentos, refletindo sobre a natureza da existência e o propósito da vida.
De repente, algo estranho aconteceu. Quasimodo viu uma figura sombria e misteriosa se aproximando dele. A figura parecia estar envolta em sombras, seu rosto estava oculto em uma capa escura e em sua mão um candeeiro.
Quasimodo se perguntou se estava sonhando ou se finalmente sua mente havia o levado a lugares insondáveis. Mas a figura sombria se aproximou ainda mais, e Quasimodo pôde sentir sua presença assustadora e sobrenatural.
"Ao que devo a honra de sua visita?" perguntou Quasimodo, com sua voz trêmula de medo e curiosidade.
A figura sombria não respondeu. Em vez disso, ela apontou para uma pequena loja de antiguidades, que Quasimodo nunca havia notado antes. A loja parecia abandonada e desolada, mas algo estranho e inexplicável atraía Quasimodo para dentro.
Ele entrou na loja e sentiu imediatamente uma sensação estranha e opressiva. A loja estava repleta de objetos antigos e misteriosos, cada um contendo uma história estranha e sombria. Quasimodo sentiu como se estivesse em outro mundo, um mundo onde a lógica não se aplicava, seu corpo não parava de tremer de medo, ao mesmo tempo em que o confortava, um misto inexplicável de sensações inéditas.
Enquanto caminhava pela loja, Quasimodo fora levado por seus instintos até um livro antigo e mofado em uma prateleira empoeirada. O livro era escrito em uma língua estranha e desconhecida, mas Quasimodo sentiu um impulso irresistível de lê-lo.
Ele começou a ler o livro, e a cada página que virava, sentia-se mais e mais imerso em um mundo paralelo e sombrio. Ele não conseguia mais distinguir a realidade da ficção, seus pensamentos começaram a se confundir em uma neblina confusa e perigosa. Sentiu uma dormência estranha em seu corpo e parecia não estar mais fisicamente ali.
Quando Quasimodo finalmente levantou os olhos do livro, percebeu que a loja estava desaparecendo diante de seus olhos. Ele se encontrava agora em um lugar estranho e desconhecido, onde as leis da física e da razão não se aplicavam, Quasimodo não sentia mais emoção alguma e mal se reconhecia como pessoa. Perdeu totalmente o controle de sua mente e o vazio do desconhecido o tomou completamente.
Em sua mente não se passava absolutamente nada, porém em seu coração existia um questionamento instintivo, aquela última gota de sanidade que não pertencia ao seu corpo físico, mas à alma. A questão era se algum dia encontraria o caminho de volta para casa, ou se estava fadado a vagar para sempre em um universo de vazio, solidão e loucura, mas que ao mesmo tempo o confortava e o abraçava como nunca mais havia sentido desde que saiu da barriga de sua mãe.
Teria Quasimodo tomado a decisão certa ao entrar na loja, influenciado pela figura sórdida e seu desejo insaciável por conhecimento?
O Pândego Proferia Loquazmente suas Tiradas Jocosas
Conhecimento é Poder!
"O conhecimento é poder." - Francis Bacon
Conhecimento é poder,
disse Bacon com razão,
pois saber é crescer,
e crescer é evoluir então.
-
O conhecimento nos faz livres,
desvendando mistérios e segredos,
iluminando nossas mentes,
e nos tornando mais complexos.
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Cada livro que se lê,
cada aula que se assiste,
um novo mundo se revela,
um horizonte se amplia então.
-
Com o conhecimento em mãos,
podemos enfrentar desafios,
solucionar problemas complexos,
e traçar novos caminhos.
-
Por isso, não se canse de aprender,
não se limite ao que se sabe,
pois o conhecimento é um tesouro,
que sempre vale a pena buscar.
-
A Epistemologia do Erro: uma reflexão sobre como o erro pode ser uma fonte de conhecimento e como isso afeta nossa compreensão da verdade e da certeza.
A epistemologia do erro é um campo de estudo que explora a relação entre o erro e o conhecimento. Tradicionalmente, o erro é visto como algo negativo e prejudicial para a busca pela verdade e certeza. No entanto, alguns filósofos argumentam que o erro pode ser uma fonte valiosa de conhecimento e crescimento.
Ao cometer erros, somos forçados a questionar nossas suposições e teorias, o que pode levar a uma compreensão mais profunda e precisa da realidade. Além disso, o erro pode nos ajudar a desenvolver habilidades como a resiliência e a criatividade, que são fundamentais para o sucesso em qualquer empreendimento.
A reflexão sobre a epistemologia do erro nos lembra que a verdade e a certeza são conceitos complexos e multifacetados. Nem sempre é fácil distinguir entre o que é verdadeiro e o que é falso, e o erro pode ser uma parte importante da jornada rumo à verdade e ao conhecimento.
É importante lembrar que o medo do erro muitas vezes nos impede de experimentar coisas novas e de explorar novos caminhos. Ao adotar uma abordagem mais positiva em relação ao erro, podemos liberar nossa criatividade e descobrir novas possibilidades.
Em vez de temer o erro, devemos abraçá-lo como uma oportunidade de aprender e crescer. Afinal, os maiores avanços da história da humanidade foram alcançados graças à coragem e à determinação de indivíduos que estavam dispostos a arriscar e a cometer erros.
Então, ao invés de buscar apenas a verdade e a certeza, devemos buscar uma relação saudável com o erro, reconhecendo seu potencial para nos ajudar a alcançar novas alturas. Quando abraçamos a epistemologia do erro, abrimos um mundo de possibilidades para a descoberta e o crescimento.
A Ontologia do Nada: uma exploração do conceito de "nada" e de como ele se relaciona com a existência e a realidade objetiva.
A ontologia do nada é um tópico complexo e fascinante que questiona a existência do "nada" e como isso se relaciona com a realidade objetiva. O nada é frequentemente definido como a ausência de qualquer coisa ou substância, mas a questão é se o nada realmente existe ou se é apenas uma construção mental.
Alguns filósofos argumentam que o nada não existe de fato, mas é apenas uma construção mental que usamos para contrastar com a existência. Outros argumentam que o nada é uma entidade real, mas é difícil de definir e compreender, pois é uma ausência de qualquer coisa tangível.
Independentemente da definição exata do nada, a ontologia do nada nos lembra que a realidade objetiva é complexa e multifacetada. Às vezes, precisamos de conceitos abstratos como o nada para entender melhor a existência e a realidade objetiva.
No entanto, a mera ideia de um vazio absoluto pode causar um profundo desconforto existencial. Afinal, se o nada é de fato uma entidade real, isso significa que em algum momento podemos ser confrontados com o abismo do nada absoluto. E se o nada é apenas uma construção mental, isso levanta questionamentos perturbadores sobre a validade de nossas próprias percepções e entendimentos sobre a realidade objetiva.
Ademais, a ontologia do nada também pode desafiar nossas crenças mais profundas sobre o universo e nossa existência nele. Se o nada não é simplesmente a ausência de qualquer coisa, mas sim uma entidade real ou uma construção mental complexa, isso pode colocar em questão a ideia de que a existência em si é um fenômeno absoluto e incontestável.
Em suma, a ontologia do nada é um campo de estudo fascinante e perturbador que nos lembra da complexidade e ambiguidade inerentes à realidade objetiva.
A Filosofia do Caos e da Ordem: uma discussão sobre como a ordem e o caos se relacionam e como isso afeta nossa compreensão do mundo e da existência.
A ordem e o caos são conceitos fundamentais em filosofia, ciência e na vida em geral. A ordem representa a estabilidade, a previsibilidade e a harmonia, enquanto o caos representa a imprevisibilidade, a desordem e a incerteza.
A relação entre a ordem e o caos é complexa e multifacetada. Por um lado, a ordem pode ser vista como uma resposta ao caos. Quando as coisas ficam fora de controle, buscamos restaurar a ordem e a estabilidade. Por outro lado, o caos pode ser visto como uma fonte de criatividade e inovação. Quando as coisas são previsíveis e estáveis demais, o caos pode nos fornecer a chama necessária para a mudança.
A filosofia do caos e da ordem nos ensina que a vida é uma mistura de ordem e caos, e que ambos são necessários para a existência e o progresso. A ordem nos fornece uma estrutura para viver nossas vidas, enquanto o caos nos desafia a crescer e evoluir.
O filósofo grego Heráclito acreditava que "tudo flui" e que a mudança é constante e inevitável na vida. Ele disse: "O caminho para cima e o caminho para baixo são um e o mesmo".
Por outro lado, o filósofo chinês Lao Tzu acreditava que a ordem é a chave para a felicidade e a harmonia. Ele disse: "A ordem é a lei da natureza. Quando seguimos a ordem, somos capazes de viver em harmonia com o universo".
O filósofo alemão Friedrich Nietzsche acreditava que o caos é necessário para a criação e a evolução. Ele disse: "O caos é a estrela que dá à luz uma nova galáxia".
Já o filósofo francês Albert Camus acreditava que o caos pode ser opressivo e que a ordem é necessária para nos proteger dele. Ele disse: "A ordem é o conforto da razão, mas o caos é a paixão da imaginação".
Em resumo, a relação entre ordem e caos é complexa e multifacetada. Ambos são necessários para a existência e o progresso. Como disse o filósofo inglês Francis Bacon: "A ordem e a progressão são duas coisas diferentes, assim como a carne e o espírito".
O Paradoxo do Paradoxo: uma discussão sobre como os paradoxos podem se auto-destruir e como isso afeta a natureza da verdade e da lógica.
Os paradoxos são declarações que parecem contradizer a si mesmas. Por exemplo, o paradoxo do mentiroso: "Esta declaração é falsa". Se a declaração é verdadeira, então é falsa, mas se for falsa, então é verdadeira. Esse tipo de paradoxo é problemático para a lógica e a epistemologia, pois parece desafiar a ideia de que as declarações podem ser verdadeiras ou falsas.
No entanto, há um paradoxo ainda mais profundo que afeta os paradoxos em si mesmos. Esse paradoxo é conhecido como o paradoxo do paradoxo. O paradoxo do paradoxo afirma que se um paradoxo é verdadeiro, então é falso, e se é falso, então é verdadeiro. Em outras palavras, o paradoxo se destrói a si mesmo.
Essa auto-destruição dos paradoxos tem implicações profundas para a natureza da verdade e da lógica. Se os paradoxos são auto-refutáveis, então não há uma categoria clara de declarações que são verdadeiras ou falsas. A lógica e a epistemologia são abaladas por essa descoberta, pois não há uma base firme para a verdade ou para a noção de que as declarações podem ser corretas ou incorretas.
No entanto, essa descoberta também pode ser vista como libertadora. Se não há uma base firme para a verdade ou para a lógica, então podemos ser mais criativos em nossa compreensão do mundo. Podemos experimentar com ideias e conceitos que parecem contradizer as verdades estabelecidas e ver o que acontece. O paradoxo do paradoxo nos lembra que a verdade e a lógica são construções humanas e que podemos questioná-las e transformá-las.
Mas será que essa ideia de que os paradoxos se destroem a si mesmos é realmente verdadeira? Se isso é verdade, então por que ainda estamos debatendo e estudando paradoxos? Será que não estamos simplesmente enganando a nós mesmos ao acreditar que podemos questionar e transformar a verdade e a lógica? Se não há uma base firme para a verdade ou para a noção de que as declarações podem ser corretas ou incorretas, então como podemos confiar em qualquer coisa que dizemos ou pensamos? Afinal, se tudo é paradoxal, então nada faz sentido e nada pode ser verdadeiro.
A Ética do Absurdo: uma análise da relação entre o absurdo e a moralidade, e se pode haver um sistema ético baseado na negação da razão e do sentido.
A ética do absurdo é um campo de estudo que explora a relação entre o absurdo e a moralidade. Algumas correntes filosóficas argumentam que a vida é intrinsecamente absurda, e que a busca pela razão e pelo sentido é fútil. Nesse contexto, a ética do absurdo propõe a negação da razão e do sentido como base para um sistema ético.
Essa perspectiva pode parecer radical e até mesmo perigosa, pois a moralidade é tradicionalmente baseada na razão e na lógica. No entanto, a ética do absurdo argumenta que a moralidade não precisa ser baseada na razão e no sentido, mas sim em valores como a compaixão, a solidariedade e a empatia.
Essa abordagem pode ser vista como uma forma de superar a limitação da razão e do sentido e se concentrar em valores humanos fundamentais. No entanto, também pode ser criticada por negligenciar a importância da razão e da lógica na tomada de decisões éticas.
Em última análise, a ética do absurdo nos desafia a repensar a relação entre a razão e a moralidade e a considerar se é possível criar um sistema ético baseado na negação da razão e do sentido. Independentemente da resposta, a ética do absurdo nos incentiva a questionar nossas suposições e a considerar perspectivas alternativas sobre a natureza da moralidade e da existência humana.
Em resumo, a ética do absurdo é uma abordagem filosófica que se concentra na relação entre o absurdo e a moralidade. Ela desafia a ideia de que a moralidade deve ser baseada na razão e no sentido, propondo em vez disso que ela pode ser baseada em valores humanos fundamentais, como a compaixão e a solidariedade.
Embora a ética do absurdo possa parecer radical e perigosa, ela também pode ser vista como uma forma de superar as limitações da razão e do sentido e se concentrar em valores humanos fundamentais. No entanto, essa abordagem também pode ser criticada por negligenciar a importância da razão e da lógica na tomada de decisões éticas.
Em última análise, a ética do absurdo nos desafia a reconsiderar nossas suposições sobre a natureza da moralidade e da existência humana e a considerar perspectivas alternativas sobre esses temas complexos e fundamentais.
O Problema da Liberdade Determinada: uma reflexão sobre como a liberdade pode ser compatível com a ideia de que tudo no universo está determinado pelas leis da física e da causalidade.
O problema da liberdade determinada é um desafio filosófico que questiona a compatibilidade entre a liberdade humana e a ideia de que tudo no universo está determinado pelas leis da física e da causalidade. Se tudo é determinado, então nossas escolhas e ações não são realmente livres, mas sim predestinadas pelas leis da natureza.
No entanto, muitos filósofos argumentam que a liberdade pode coexistir com a determinação. Eles apontam que a liberdade não precisa ser vista como uma escolha completamente aleatória, mas sim como uma escolha baseada em nossos desejos, crenças e valores. Mesmo que nossas escolhas sejam determinadas por esses fatores, ainda podemos considerá-las livres, desde que não sejam forçadas por uma autoridade externa.
Além disso, alguns filósofos argumentam que a determinação não é uma força absoluta, mas sim uma influência probabilística. Isso significa que, embora nossas escolhas possam ser influenciadas pelo ambiente e pela genética, ainda podemos ter a capacidade de fazer escolhas diferentes com base em nossos próprios desejos e valores.
Essas reflexões nos levam a uma compreensão mais profunda do conceito de liberdade e de como ela se relaciona com a ideia de determinação. Embora possa haver limitações para nossa liberdade, podemos ainda ter a capacidade de fazer escolhas com base em nossos próprios desejos e valores. Essa compreensão nos permite apreciar a complexidade da natureza humana e nos incentiva a buscar uma maior compreensão da liberdade e da determinação.
O Problema do Universo em uma Casca de Noz: uma reflexão sobre a relação entre a realidade objetiva e a nossa percepção subjetiva do mundo.
O problema do universo em uma casca de noz é um conceito popularizado pelo físico Stephen Hawking. Ele argumenta que a física moderna nos ensina que a realidade objetiva do universo é muito diferente da nossa percepção subjetiva do mundo. O mundo que vemos ao nosso redor é apenas a ponta do iceberg da realidade objetiva.
A física moderna nos diz que o universo é composto de coisas muito pequenas, como partículas subatômicas, e que essas coisas se comportam de maneiras muito estranhas e imprevisíveis. No entanto, quando olhamos para o mundo ao nosso redor, vemos objetos sólidos e previsíveis que se comportam de maneira consistente.
Isso levanta a questão: como a realidade objetiva do universo se relaciona com a nossa percepção subjetiva do mundo? É possível que nossa percepção seja apenas uma ilusão, ou que nossa compreensão da realidade seja limitada por nossos sentidos e nossa mente?
Essas são questões profundas e difíceis, e a resposta não é clara. No entanto, a reflexão sobre o problema do universo em uma casca de noz pode nos levar a uma maior humildade em relação à nossa compreensão do mundo. Podemos reconhecer que nossa percepção é limitada e que nossas teorias científicas são apenas aproximações da verdade objetiva.
Isso não significa que a ciência e a busca pela verdade objetiva sejam inúteis. Pelo contrário, a busca pela verdade é fundamental para a humanidade, e a ciência é uma das melhores ferramentas que temos para alcançar esse objetivo. Mas a reflexão sobre o problema do universo em uma casca de noz nos lembra que precisamos manter uma mente aberta e estar dispostos a questionar nossas suposições e teorias.
terça-feira, 18 de abril de 2023
A Linguagem do Universo
Ana era uma alma simples, porém abençoada com um dom singular: ela era capaz de estabelecer comunicação com as árvores. Para ela, isso era algo magnífico, uma porta de entrada para um mundo desconhecido e mágico. Mas havia algo estranho nesse poder: as árvores nunca respondiam. Ana sentia-se como um indivíduo que tenta falar com espectros, mas só ouve o eco do silêncio. Ela se questionava se as árvores eram surdas, indiferentes ou simplesmente incapazes de compreender a linguagem humana. No entanto, Ana não se dava por vencida. Ela caminhava pela cidade, admirando as árvores e tentando conectar-se com elas, mesmo que parecesse um diálogo unilateral. Muitos a achavam estranha. Ela parecia uma eremita urbana, falando sozinha com árvores como se elas fossem seus amigos imaginários. Mas Ana não se importava. Ela se sentia em paz na companhia das árvores, sentindo uma comunhão silenciosa com a natureza. Certo dia, enquanto Ana estava sentada sob uma árvore, desfrutando do frescor de suas folhas e do aroma de sua seiva, ela teve uma revelação. Ela percebeu que, talvez, as árvores estavam falando com ela o tempo todo, mas de uma maneira sutil e metafórica. Talvez as árvores estavam respondendo às suas perguntas por meio de seus movimentos, seus sons, suas cores. Talvez as árvores estivessem tentando dizer algo que Ana ainda não tinha aprendido a ouvir. A partir desse momento, Ana começou a prestar mais atenção às árvores, tentando decifrar seus sinais. Ela notou que, quando o vento soprava, as árvores balançavam suas folhas como se estivessem dançando. Ela notou que, quando as nuvens encobriam o sol, as árvores ficavam mais quietas, como se estivessem cochilando. Ela notou que, quando a chuva caía, as árvores pareciam cantar uma música de gotas e galhos. Ana sentiu-se extasiada com essa nova percepção, como se tivesse descoberto um segredo há muito esquecido. Ela percebeu que, embora nunca tivesse conversado com uma árvore de maneira convencional, ela havia estado em contato com elas de uma maneira profunda e autêntica. Ela percebeu que as árvores eram suas amigas, suas confidentes, suas professoras. Ela percebeu que seu poder não era inútil, mas um presente valioso que lhe permitia conectar-se com o universo de uma forma singular.
Regras de Etiqueta para Interações com Alienígenas
- Esteja preparado para cumprimentar o alienígena em seu próprio idioma, se possível. Isso pode ser um sinal de respeito e pode ajudar a estabelecer uma relação mais amigável.
- Tente evitar fazer contato visual direto com o alienígena, pois isso pode ser interpretado como uma ameaça ou desafio.
- Se você estiver em uma nave espacial alienígena, seja respeitoso com as regras e a cultura dos alienígenas. Seja atento ao que eles estão fazendo e siga seus exemplos.
- Não toque no equipamento ou tecnologia dos alienígenas sem permissão, pois isso pode ser considerado uma invasão de privacidade ou propriedade.
- Se o alienígena lhe oferecer comida ou bebida, seja cuidadoso ao aceitar, pois pode não ser comestível para humanos. Seja educado ao recusar, explicando que você não pode comer ou beber isso.
- Tente evitar gestos ou expressões que possam ser interpretados como ameaçadores ou agressivos. Mantenha suas mãos visíveis e não faça movimentos bruscos.
- Se você estiver conversando com o alienígena, tente evitar tópicos que possam ser ofensivos ou que possam provocar uma reação negativa. Mantenha a conversa amigável e respeitosa.
- Se você estiver visitando um planeta alienígena, tente seguir as leis locais e respeitar a cultura dos habitantes do planeta.
- Quando for hora de partir, agradeça o alienígena pela sua hospitalidade e pela oportunidade de conhecê-lo. Deixe uma boa impressão, para que a próxima vez que você os encontrar, eles se lembrem de você de forma positiva.
Lembre-se, a etiqueta para interagir com alienígenas pode variar dependendo da espécie e da situação em que você se encontra. Use o bom senso e tente ser o mais respeitoso e amigável possível para criar um ambiente de confiança e comunicação aberta.
sábado, 9 de maio de 2015
Berlim, Julho de 1945
quinta-feira, 16 de abril de 2015
19 Lições dos Samurais para Alavancar sua Carreira
Esses homens formavam a elite guerreira de senhores feudais no Japão há mais de 10 séculos e sua função foi oficialmente extinta em 1876. Eram extremamente hábeis no manejo da espada e seguidores de um rígido código de ética que colocava a disciplina, a obediência e a coragem como valores maiores do que a própria vida. Hoje seus ensinamentos são mantidos vivos e usados em diversas áreas, da prática esportiva à administração de empresas.
"É consenso geral que o mundo moderno carece de valores. Mais que isso, o mundo carece de mestres. Precisamos de valores, pensamentos e filosofia de vida que nos orientem para sermos cada dia melhores e mais vencedores, e, principalmente, mais felizes", afirma o mestre Sensei Jorge Kishikawa, fundador do Instituto Cultural Niten, em 1993.
Principal introdutor das artes samurais no Brasil, chamadas Kobudo, Kishikawa ministra palestras sobre o Kir empresarial, método desenvolvido por ele e que aplica os princípios da espada samurai em empresas de grande porte. Nenhum desses ensinamentos, porém, passa a mão na cabeça ou apoia pessoas que falharam na função. Afinal, não são atitudes que condizem com um samurai. Kishikawa escreveu o livro Shin Hagakure, manual imprescindível para a formação do samurai moderno.
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Jorge Kishikawa um verdadeiro mestre samurai que passa aos seus discípulos a filosofia milenar de como vencer, aplica os ensinamentos da espada samurai em empresas de grande porte.
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Em algumas cidades brasileiras comemora-se nesta sexta, dia 24, o Dia do Samurai. A data coincide com o aniversário de Kishikawa, que completa 46 anos e é autor do livro Shinhagakure - Pensamentos de um Samurai Moderno , publicado pela Conrad Livros.
Confira 19 ensinamentos do mestre tirados do Bushido, código de ética dos samurais.
1 - Espírito
Infortúnios poderão ocorrer durante nossa jornada. O que quero dizer com "espírito" é a disposição do coração, do sentimento, do "fazer" em relação a nossa jornada. Muitas coisas podem acontecer, mas nenhuma delas poderá abalar seu ishin, seu único espírito.
2 - Não fale, ouça
Quando ensino, não costumo dar voltas. Acho perda de tempo. Se você está aí, na minha frente, é para aprender. Existem alunos que, ao serem corrigidos ou alertados quanto à determinada técnica, começam a falar. Respondem, explicam, concordam (alguns até discordam), comentam, enfim, falam, falam, falam. O que me irrita muito. O aprendizado do Bushido é simples: ouvir, refletir! Não me façam perder tempo, vamos à execução!
3 - Lição número 1 da arte da guerra
Afastar os indecisos, inseguros ou confusos antes de iniciar os planos. Não perder tempo elaborando planos mirabolantes ao lado de possíveis desertores, traidores ou loucos que poderão desviar os planos.
4 - Discernir o que é importante do que não é
Já disse aos meus alunos que não respondo a perguntas tolas e que não tenham utilidade nos dias de hoje. Há muitas coisas mais importantes a estudar. Por exemplo, como não perder o seu emprego.
5 - Manter o espírito de combate
Alguns pensam: "Quando já alcançamos nossos objetivos, não precisamos mais do espírito de combate". Entretanto, apesar de já possuirmos o que queríamos, também é fundamental manter o que foi conquistado. É quando sobrevém a preguiça, a tentação e a fraqueza.
6 - Uso do tempo
Durante a manhã, concentre-se em decidir a estratégia a se adotar. Durante a outra metade do dia, concentrar-se em executar.
7 - O que importa é que você falhou e não o quanto você se empenhou
Em uma batalha, todos se esforçam em busca das vitórias. Ao cometer falhas, exigir que o superior compreenda e tenha sentimentos é incoerente para o samurai. No meio da zona de combate, aquele que clama por atenção ou reconhecimento torna-se um empecilho ao bom andamento do grupo. Esses indivíduos em geral choram ou abandonam seus postos, atrasando todo o andamento da guerra. Deve-se assumir prontamente o erro e responsabilizar-se pelas perdas e danos, independentemente do tamanho do seu esforço.
8 - Guerreiro ou Flor
Coitadinhos ou coitadinhas não devem ir a campo de batalha. Só atrapalham. Alguém gostaria de ter um samurai chorando no meio da batalha? Tendo crise de nervos? Com depressão? Ou precisando de um cafuné? Sendo tão inofensivo que não suporte um comando enérgico ou uma advertência verbal? Este não é um guerreiro. É uma flor. Deve estar num vaso e servir de ornamento para ninguém tocar. Não resiste a mais leve brisa da manhã.
9 - Limpe e te direi quem és
Existem em nossa casa samurais que vêm de todas as regiões do Brasil a fim de realizar o shugyo, treinamento intensivo que visa à iluminação na técnica e no espírito. Em outras palavras, recuperar o potencial humano. A limpeza é a primeira tarefa que executam. Cozinha, banheiro, quintal. Independentemente de ser estudante ou doutor, pobre ou rico, presidente ou porteiro, todos fazem a limpeza. Com a limpeza, pode-se conhecer o caráter daquele que chega a nossa casa. A limpeza manifesta nossa vontade, nossa atenção e nossa paciência.
10 - Limpar o jardim
Já disse que a primeira tarefa que o aluno deve fazer é a limpeza. Para aprenderem que os afazeres de pouca importância devem ser levados a sério. Para que não comecem a crescer ervas daninhas no jardim do espírito. É nesse momento, quando existe uma brecha aberta ao inimigo, que o castelo cai em ruína.
11 - Melhorar no que faz dá mais lucro que retaliar concorrentes
Você dirá que o concorrente vive tentando lhe passar a perna e criticando o seu trabalho. Enquanto ele critica, gaste seu tempo aperfeiçoando-se. Deixe-o perder tempo e busque você a perfeição. Quando chegar a um estágio elevado de perfeição, poderá aniquilá-lo com o golpe perfeito. Talvez ele nem seja páreo para se chamar concorrente.
12 - Não descanse. Não adianta nada
As pessoas sempre adiam seus projetos por falta de tempo. Estão sempre dizendo: "Quando entrar em férias, farei isso, farei aquilo". Chegam as férias, mas nada acontece. Na verdade, conseguimos realizar mais feitos quando estamos em guerra. Digo aos meus alunos. "Hora de lutar, lutar. Hora de descansar, descansar". Se você personifica a imagem do samurai moderno, não descanse em guerra.
13 - Não existem limites quando se olha para cima ou para baixo
Minha bisavó me deixou alguns pensamentos e, entre outros, o que mais me ajudou a ser feliz é o seguinte: "Não existem limites quando se olha para cima ou para baixo". Trocando em miúdos, esse ensinamento quer dizer que na vida não adianta ambicionar ser o mais rico ou o melhor. Sempre haverá pessoas mais ricas e mais poderosas que você. Não ambicione demais, o céu não tem limites. Por outro lado, não fique lamentando que sua vida é a pior entre a de todos os seres. Sempre existirão pessoas mais pobres e infelizes que você. Por isso, não se dê o direito de chorar achando que é um coitado. Apenas lute incessantemente. De corpo e alma.
14 - O chefe não move um dedo para escanear
A frase acima foi dita por uma das alunas quando ela discutia a postura de seus antigos chefes. Há bons líderes e maus líderes. Obviamente, existem várias formas de conduzir um grupo ou uma organização. Em um sistema em que prevalece o Bushido, as funções de cada um são bem claras. Quando não são, o sentimento de servir ao seu senhor deve prevalecer, para contornar qualquer problema. Desde que haja um samurai na empresa, sempre haverá alguém que estará 24 horas lutando por ela. O samurai líder não deve estar entretido com detalhes e ações específicas. O samurai líder deve se dedicar integralmente à criação, elaboração, planejamento e acompanhamento da estratégia. A execução sim, deve ser feita por seus subalternos. O chefe move ideias para lhe manter no emprego.
15 - Comprometimento
Existem quatro coisas que não voltam atrás:
- A pedra depois de solta
- A oportunidade depois de perdida
- O tempo depois de passado
- A palavra depois de proferida
O guerreiro não tem duas palavras. Se prometer, o samurai deverá cumprir o que disse a todo o custo. No início, a pessoa tem empolgação e fala muita coisa. No meio, fica cansada ou a situação se complica. No fim, volta atrás e pede desculpas. Os mais sem vergonha nem pedem desculpas. Acusam os outros e acham que está tudo resolvido.
16 - Não esquecer o espírito do iniciante
Principalmente nos momentos de cansaço ou na hora de levar bronca, as pessoas se esquecem do primeiro dia de combate. O foco e os objetivos são lançados ralo abaixo e o guerreiro desiste. Quando são repreendidos, frequentemente largam a bandeira da luta, abandonam derrotados seu posto e seu grupo, dizendo-se injustiçados, quando na realidade os sentimentos de egoísmo, desejo de ser reconhecido, ódio ou medo são os verdadeiros motivos. Justa ou injustamente repreendidos, aí é que entra o autocontrole para enxergar com sabedoria as consequências de desertar na guerra. Lembre-se dos motivos que o levaram ao combate. Intempéries e adversidades de todos os tipos surgem no decorrer de uma longa batalha. Nesse momento, o samurai deve ter a convicção do porquê estar ali.
17 - O vento sopra mais forte no alto da montanha
Quando se está na base, ninguém o vê. Quando se está no alto, todos o vêem. E o vento sopra mais forte. Para manter-se intacto, o samurai deve continuar sua prece diária e o seu treinamento. Somente assim o samurai conseguirá vencer o maior dos furacões.
18 - Seguir os dois caminhos
Em geral, o que acontece é as pessoas somente buscarem o Bun (a pena), sem exercitarem o Bu (prática guerreira). São os letrados e tecnocratas. Ou exercitam o Bu sem o devido estudo e busca do autoconhecimento. São os bárbaros e animais. O samurai deve praticar o Ni Do (os dois caminhos). Não adianta somente buscar leituras e não executar o outro lado, a prática guerreira. Também não adianta somente lutar e não estudar absolutamente nada. Nem letrado, nem bárbaro.
19 - Não carregue um fardo
Chegar ao local na hora do combate é um dos passos para sair derrotado. Se o expediente e às 9h, deve-se chegar às 8h45. É assim que deve agir o samurai moderno. Aquele que chega às 9h vai começar a luta às 9h15. E se sair às 17h, já baixou a guarda às 16h45. Este não está com a atenção voltada para vencer a guerra. Não é um samurai. Está carregando um fardo.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
quinta-feira, 26 de março de 2015
Iniciativa e o Poder da Acabativa por Kanitz
Por isso, a esquerda intelectual e a direita neoliberal conviverão às turras, quando deveriam unir-se.
quinta-feira, 5 de março de 2015
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Nike, a Deusa da Vitória e a Origem da Maratona
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Você tem sede de que?
Comida é pasto!
Você tem sede de que?
Você tem fome de que?...
A gente não quer só comida
A gente quer comida
Diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída
Para qualquer parte...
A gente não quer só comida
A gente quer bebida
Diversão, balé
A gente não quer só comida
A gente quer a vida
Como a vida quer...
Bebida é água!
Comida é pasto!
Você tem sede de que?
Você tem fome de que?...
A gente não quer só comer
A gente quer comer
E quer fazer amor
A gente não quer só comer
A gente quer prazer
Prá aliviar a dor...
A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer dinheiro
E felicidade
A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer inteiro
E não pela metade...
Bebida é água!
Comida é pasto!
Você tem sede de que?
Você tem fome de que?...
A gente não quer só comida
A gente quer comida
Diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída
Para qualquer parte...
A gente não quer só comida
A gente quer bebida
Diversão, balé
A gente não quer só comida
A gente quer a vida
Como a vida quer...
A gente não quer só comer
A gente quer comer
E quer fazer amor
A gente não quer só comer
A gente quer prazer
Pra aliviar a dor...
A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer dinheiro
E felicidade
A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer inteiro
E não pela metade...
Diversão e arte
Para qualquer parte
Diversão, balé
Como a vida quer
Desejo, necessidade, vontade
Necessidade, desejo, eh!
Necessidade, vontade, eh!
Necessidade...
Composição: Arnaldo Antunes / Marcelo Fromer / Sérgio Britto












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